Suecia: Biografía de Carlos Gustavo

Nuevo libro revela orgías real

Suecia está en estado de shock en las revelaciones de una biografía del rey Carlos Gustavo.

Por: Gonçalves FJ

El libro dice que el monarca tuvo un tórrido romance con una cantante mulata, asistió a orgías con prostitutas y bares de Estocolmo de un mafioso serbio en el mundo de la pornografía.

Bajo el título "Carlos XVI Gustavo, Rey reticentes ', la biografía relata en detalle las orgías después de Gustavo caza de alces Borga noches en la capital, siempre con el Organismo Sueco de espiar a su cola para eliminar todas las pistas, incluyendo las fotos comprometer.

Uno de los más impetuosos amores del rey que ha sucedido en los años 90, cuando tenía 64 años. En ese momento fantaseado escapar a una isla desierta con Camilla Henemark, cantante del grupo pop del Ejército de los Amantes, 18 años más joven que él.

Los autores pueden pasar dos años de prisión por difamación, pero se dice que se calle, porque ese informe es "bien documentado".
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Protesto: Cerca de 100 mil funcionários públicos contra a austeridade

Professores ‘dominam’ manifestação

Os professores foram o grupo mais numeroso na manifestação da Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública, que juntou ontem, em Lisboa, cerca de 100 mil pessoas (segundo os sindicatos), entre as quais se fizeram notar os reformados, médicos, enfermeiros e polícias, contra as medidas de austeridade do Governo.

Por:Sónia Trigueirão

O PS e o PSD foram os alvos da crítica, nas figuras de Sócrates, Cavaco e Passos Coelho. E foi ao som de frases como "a redução salarial enche a pança ao capital", "injustiças sociais, arre porra, que já é demais" e "não ao roubo dos salários", que a multidão desfilou na avenida da Liberdade até à praça dos Restauradores.

Foi num palco montado nos Restauradores que os dirigentes sindicais deram o mote à manifestação, que, para o líder do PCP, Jerónimo de Sousa, e o candidato presidencial do PCP, Francisco Lopes - que estavam a meio da avenida -, foi um ensaio para a greve geral marcada para o dia 24 de Novembro.

Um apelo que Carvalho da Silva, o secretário-geral da CGTP, subscreveu, afirmando que foi um protesto importante para dar perspectivas de futuro aos jovens e também para castigar "uma certa burguesia".

Segundo a coordenadora da Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública, Ana Avoila, a mensagem foi só uma: "Os trabalhadores da administração pública não aceitam, não se conformam e vão resistir às medidas que o Governo quer aplicar".

Ao final do dia, o secretário de Estado da Administração Pública, Gonçalo Castilho dos Santos, reagiu, afirmando não haver "condições para mudar de rumo" quanto às "difíceis" medidas previstas no Orçamento do Estado. O governante sublinhou que a estratégia anunciada pelo Executivo é "necessária" para Portugal enfrentar as consequências da crise mundial, que afectou o País de "forma expressiva".

"SEGURANÇA PÚBLICA EM CAUSA"

Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia, disse ontem que foi a primeira vez que a comissão coordenadora permanente dos sindicatos das várias forças e serviços de segurança esteve presente numa manifestação deste âmbito. "Estamos, porque estas medidas põem em causa não só a nossa questão sócio-profissional, mas também a segurança pública".

"CORTAR ABONO É UMA MEDIDA ANTIFAMÍLIA"

Conceição Nogueira, residente em Lisboa com a filha de 22 anos, Inês Ricou, estudante de enfermagem, irá perder o abono de família, de 17 euros, referente ao 4º escalão. Professora de Educação Especial, recebe no 10º escalão um vencimento bruto de 2746 euros. "É uma medida antifamília e sem grandes ganhos para o Estado", disse.

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Face Oculta’: Políticos na lista de ofertas mais caras

Namércio Cunha arrependido revela esquema de prendas.

Namércio Cunha, ex-colaborador de Manuel Godinho, contou às autoridades do processo ‘Face Oculta’ a forma como eram dadas prendas a gestores de empresas públicas.

O gestor, que aceitou falar alegando estar arrependido, garante que a lista de ofertas era sempre submetida à aprovação de Godinho. A entrega era feita por estafetas das empresas do sucateiro e mais recentemente por Jorge Saramago, também arguido.

Alguns dos nomes indicados por Namércio para receberem prendas eram funcionários da REN e da Santa Casa da Misericórdia de Ovar, mas a maioria era sugerida por Godinho, disse Namércio.

Foi esse o caso de Ana Paula Vitorino, Armando Vara, Jorge Coelho e José Sócrates, que estavam no topo da lista das prendas mais caras, por determinação de Godinho.

O arrependido contou também que só em 2004 soube que algumas empresas de Godinho tinham problemas fiscais. Explicou ainda que Mário Pinho, chefe das Finanças de Ovar, trabalhou para a O2 enquanto esteve suspenso e que após ser readmitido continuou a usar o telemóvel e o automóvel da empresa do sucateiro.

Namércio Cunha afirma ainda que se apercebeu de que alguma informação que Paulo Penedos possuía vinha do pai, director da REN, e que foi por Jorge Saramago que soube da manipulação das cargas nos transportes da empresa.

DESVENDA PEQUENOS FAVORES QUE LEVAVAM A OBTER CONTRATOS

Namércio Cunha diz que deram um patrocínio de 5 mil euros ao director técnico da Portucel em Setúbal para participar numas corridas. Em final de 2008, a O2 viu ser adjudicada, pela Portucel, uma obra no valor de 600 mil euros. O caderno de encargos foi assinado pelo mesmo responsável pelo patrocínio. Também o filho do director de compras da CP recebeu mil euros para um carro que estava para abate mas que não valia mais de 300. Pequenos favores que, segundo Namércio, faziam com que Manuel Godinho obtivesse informações privilegiadas e mantivesse relações que eram fundamentais nas adjudicações de contratos. Namércio disse por fim que a Refer era um assunto-tabu no grupo Godinho.

COMUNICADO DA REN CORRIGE DATA DE PRÉMIO

A REN emitiu ontem um comunicado garantindo que "o último prémio recebido por José Penedos diz respeito ao exercício de 2008, tendo o correspondente valor sido pago em 6 de Maio de 2009, na sequência de deliberação da Comissão de Vencimentos de 26 de Março de 2009". A empresa diz ainda que "o prémio foi de 243 750 euros e foi divulgado pela REN no Relatório de Governo Societário". Acrescenta a REN que "quando o mesmo valor foi pago ao ex-secretário de Estado, já a IGF entregara no processo ‘Face Oculta’ o relatório preliminar na sequência da auditoria aos procedimentos da empresa pública. Com efeito, "o relatório preliminar da IGF é datado de 18 de Dezembro de 2009, ou seja, mais de sete meses depois de pago o último prémio". Acrescenta que "o Conselho de Administração não tem qualquer intervenção no processo de atribuição de prémios aos administradores, sendo a responsabilidade da Comissão de Vencimentos".
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BUFETE PIQUÉ VIDAL O PIQUÉ ABOGADOS ASOCIADOS VISTO POR ANTONI PIÑOL.

Rafael del Barco Carreras

Barcelona 1-11-10. Si el caso Hacienda de Barcelona solo recuerda a Juan Piqué Vidal como una sombra (representa el bufete Mireia Astor), el caso Millet le sitúa en el principal ramal de las cloacas de Barcelona, y merece la pena sopesar su personalidad y maneras para valorar las sorpresas que sin duda nos deparará un caso que junto al Pretoria definen la Política o Gran Corrupción barcelonesa, y que mejor que lo escrito en “La toga manchada de Piqué Vidal” 1998 por su secretario durante casi veinte años, Antoni Piñol:

Dice la contraportada: “…aspectos inéditos de turbias operaciones protagonizadas por este letrado. El presidente Jordi Pujol, Javier de la Rosa o La Caixa son algunos de los clientes del bufete Piqué Abogados Asociados.”

“Hemos podido ver, a grandes rasgos, que era cierto lo que el propio Piqué solía pregonar: que para él, su despacho, su bufete de abogados, no era sino su particular negocio, y que muy poco le importaba si su riqueza aumentaba por defender a los que iban a solicitar sus conocimientos jurídicos o a base de criar cerdos y gallinas.”

“Así, salvo unos pocos que le conocíamos bien, pasaba por ser una persona de una humildad franciscana. Qué ironía y qué mayúsculo error. La soberbia, siempre soterrada pero siempre también omnipresente, le dominaba. Y la robusta vitalidad de esa soberbia se veía arropada y garantizada por el riesgo constante de tal prepotencia con sus subordinados, que en fuerza e intensidad solo era comparada al servilismo que derrochaba con quien consideraba que era superior a él en el campo estricto del poder y del dinero”.

“Todo aquel proceder de superjefe tenía amargados a la mayoría de integrantes del plantel de licenciados en derecho o en economía, entre los cuales los había que reunían en su currículum ambas licenciaturas. He dicho la mayoría y no a todos porque, como en todas partes, había individuos para los que cuanto hacía Piqué estaba bien hecho; eran los clásicos “pelotas”, alguno de los cuales habían llegado a desprenderse incluso de la más mínima o irrenunciable capacidad de razonar”.

Yo difiero de ese “desprenderse”, eran tan delincuentes como él, pero han tenido suerte, o que el inmenso peso de su jefe ha absorbido una culpa que hubiera debido ser repartida, y desde luego cerrado, como siempre digo, ese nido de gangsterismo.

Los por suerte centenares y miles que consultan en mis escritos sobre un personaje y su gran bufete que por si solo define y concentra la hipocresía y doble juego de la burguesía y políticos barceloneses me piden más detalles, y yo debo recordar que no soy su biógrafo sino una de sus víctimas, advirtiendo sobre el peligro de encomendar la defensa a semejante individuo y por ende a cualquiera de su entorno.

Si ayer escribía sobre la hipocresía incluyendo en mi comentario la incongruencia de la apertura del burdel de La Junquera, hoy añado debería atribuir a la Gran Corrupción barcelonesa, ¿o a los fiscales jefes vitalicios José María Mena y Carlos Jiménez Villarejo? la existencia de ese bufete.

La emisión por Tele 1 de ayer por la tarde de la gran película La Tapadera me empuja a repetirme. Su recuerdo no me amargó la excelente película, leída la novela cuando recién estrenada por el 93 yo intentaba obtener la máxima información de sus víctimas mis compañeros de la primera galería y de geriatría donde me encargaba del economato.

Incluyo en imágenes de http://www.lagrancorrupcion.blogspot.com parte del prólogo, y las páginas 62-65 para entender la idiosincrasia de Piqué Abogados Asociados
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Santander pierde a su futuro consejero delegado

Santander pierde a su futuro consejero delegado

Antonio Horta-Osorio (Efe) @E. Segovia / C. Hernanz -

La espantá de Antonio Horta-Osorio es mucho más grave de lo que parece para el Santander. Emilio Botín no se queda sólo sin su número uno en Reino Unido (que supone el 18% del banco), sino sin el futuro consejero delegado del banco en sustitución de Alfredo Sáenz, según varias fuentes de toda solvencia. Pero ese relevo no iba a llegar a corto plazo, y Horta debía responder de inmediato a la oferta de Lloyd's, así que tomó la decisión más lógica.

Estas fuentes aseguran que el portugués, de 46 años, era el mejor preparado para ascender a la cúpula, el que mejor había asumido la 'filosofía Botín' y el que más gustaba al presidente. En efecto, todo el mundo se hace lenguas de la valía profesional y la excelente gestión desplegada en Reino Unido, donde ha sabido integrar a la perfección las diferentes adquisiciones del banco -Abbey, Alliance & Leicester, Bradford & Bigley y, recientemente, parte de la red de Royal Bank of Scotland-, para colocar al Santander como uno de los grandes jugadores en un mercado tan difícil (ningún otro banco español tiene allí presencia) como el británico.

Curiosamente, Horta no solía aparecer en las tradicionales quinielas sobre el sucesor de Sáenz. Siempre sonaban nombres como Javier Marín (director general de gestión de activos y banca privada, quemado por los escándalos que afectaron a Banif), Juan Guitard (auditoría) o José María Fuster (tecnología y operaciones). La razón principal era su nacionalidad portuguesa, un detalle que hacía que su elección hubiera supuesto "un fuerte choque cultural". Los que conocen los entresijos del banco aseguran, sin embargo, que el elegido era Horta.

Pero este plan no ha podido hacerse realidad porque el Lloyd's se ha cruzado por medio. El mayor banco británico (unos 54.000 millones de euros de capitalización), controlado por el Estado británico desde que tuvo que rescatarlo para evitar su quiebra en 2008, había destituido a su consejero delegado, Eric Daniels, y necesitaba encontrar rápidamente un sustituto. Así que exigió una respuesta inmediata a Horta.

Botín no pudo igualar la oferta

Siempre según las fuentes, la semana pasada el portugués planteó la situación a Botín. Éste le respondió que "ahora no toca" el relevo de Alfredo Sáenz, que se producirá como muy pronto en 2011, y probablemente en 2012 (salvo que el Supremo ratifique antes la sentencia de la Audiencia de Barcelona en la que le condena por el 'caso Olabarría'). Y que lo máximo que podía ofrecerle era la filial de Brasil, donde él encajaría muy bien por el idioma. Pero eso sería un mero movimiento lateral, incomparable con la oferta de Lloyd's.

Así que, ante la tesitura de tener que esperar dos años en el Santander, tiempo en que sus opciones podían bajar por muchos motivos, y aceptar el pájaro en mano que le ofrecían los ingleses, Horta lo tuvo claro. Algunas fuentes sostienen que se va perdiendo dinero, ya que un banco nacionalizado siempre impone restricciones a la remuneración. Pero ayer Bloomberg publicó que ganará un salario base de 1,03 millones de libras (1,17 millones de euros) que puede aumentar en un 225% con el bonus y en otro 420% con la retribución en acciones, a lo que hay que añadir 610.000 libras (unos 700.000 euros) de plan de pensiones.

Y aunque lo pierda, "institucionalmente, es mucho más importante dirigir un banco con esa capitalización, que el 18% de una entidad en la que dependes de las decisiones que toman otros", según una fuente. Otra añade que "era la oportunidad de culminar su carrera en un puesto con tanta visibilidad, y es lógico que la aproveche".

Por tanto, no ha sorprendido su decisión. Sí, en cambio, la forma de anunciarla y el timing de la misma. La idea del banco era hacer una transición suave y pactada (ya tenía pensado su relevo por Ana Patricia). Algunas fuentes sugieren incluso que podría haber presentado la salida de Horta como un "favor" del Santander al Gobierno británico, prestándole a su número uno para que saque a Lloyd's del atolladero. Pero Horta hizo el anuncio ayer y obligó a Botín a acelerar su timing, y a actuar de forma reactiva, en contra de lo que le gusta y es habitual en él.

Además, filtró la información a Expansión en vez de a un medio británico, lo que da a entender que el mensaje iba dirigido claramente a España. "Se ha cobrado alguna cuenta pendiente", opina una fuente buena conocedora del banco.

Como explicó ayer El Confidencial, Botín tuvo que convocar una reunión de urgencia de la comisión ejecutiva del banco ayer por la mañana antes de partir hacia Brasil, donde este fin de semana se celebra el Gran Premio de Fórmula Uno en Interlagos. Y en esa comisión se tuvieron que adoptar todos los cambios: la salida de Ana Patricia de Banesto con dirección a Londres, su relevo al frente de Banesto por Antonio Basagoiti y la concesión de todos los poderes en el banco filial a Javier García Cantera, el consejero delegado.

Una reputación inmejorable

Horta tiene una reputación extraordinaria en el mundo financiero, tanto en España como en Reino Unido. Muy inteligente y con una formación excelente -número uno de su promoción de MBA en la prestigiosa escuela de negocios INSEAD y premio Henry Ford II-, tiene un dominio prefecto del español, el inglés y el portugués. Hasta el Financial Times le considera uno de los mejores banqueros de Reino Unido. En su contra, grandes dosis de soberbia y una clara incapacidad para formar equipos. Un tipo con el que resulta difícil trabajar, al decir de quienes lo han hecho a sus órdenes.

Lo que es innegable son sus logros: ha integrado con éxito las compras de Santander en Inglaterra, con negocios y culturas muy diferentes, dar a conocer la marca española en ese país y hacerla rentable (deja la filial con una rentabilidad sobre activos ponderados por riesgo del 2,4%). Pero quizá sus éxitos más apreciados sean otros, como la inclusión del Santander en el consejo asesor del Banco de Inglaterra o en la cámara de compensación CLH.Clearnet, lo que permitió la reapertura del mercado interbancario para la banca española, como adelantó El Confidencial en agosto.

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Conflictos que se resuelven desde internet

eBay, con 40 millones de casos al año, tiene servicio propio de mediación

Las compras a través de internet propician cierta indefensión, puesto que el vendedor puede estar en otro país, es una empresa desconocida y la transacción se realiza sin contacto físico. Como es lógico, surgen numerosas reclamaciones. Basta un dato para darse cuenta de la magnitud del problema. Según explica Pompeu Casanovas, coordinador del libro blanco, sólo en el año 2009 la empresa eBay atendió cuarenta millones de reclamaciones por incidencias. Y para intentar resolver parte de esos casos tiene su propio servicio de mediación a distancia.


Detodas lasmodalidades de mediación en conflictos, la más reciente es la que se desarrolla on line. Los primeros casos de gestión de conflictos en línea se dan en Estados Unidos a mediados de los años noventa en centros universitarios. Canadá, Australia e Israel son otros países donde se ha implantado. Marta Poblet, que ha coordinado el capítulo sobre tecnologías para la mediación, explica que eBay empezó externalizando este servicio de mediación, pero desde hace pocos años lo ha asumido como propio. Cuando un comprador, o un vendedor, no está de acuerdo con la forma con la que se ha desarrollado la transacción, puede acudir al centro de resolución de disputas de la empresa como alternativa a la demanda. El servicio es gratuito, aunque Marta Poblet asegura que existen dudas sobre el modelo de negocio dentro de las empresas, ya que la mediación profesional tiene también unos costes.

Otra área en la que se ha desarrollado este tipo de mediación es el sector de los seguros, donde los litigios son tan habituales como repetitivos. Se han desarrollados programas con algoritmos que cruzan las ofertas y las trasladan a ambas partes en varias rondas hasta que se llega a un acuerdo sin presencia física del mediador.

Y un ejemplo europeo: el servicio de resolución de disputas de la Cámara de Comercio de Milán, que atiende especialmente reclamaciones hoteleras y turísticas a distancia.

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Oficiales de la Guardia Civil piden que ETA se desarme para legalizar Batasuna

PATRICIA R. BLANCO

La Unión de Oficiales de la Guardia Civil (UO) redujo ayer a uno los dos caminos que ha señalado el ministro del Interior, Alfredo Pérez Rubalcaba -"o ETA abandona las armas o Batasuna abandona a ETA"- para que la izquierda abertzaleregrese a las instituciones. "ETA y su entorno deben entregar todas las armas, explosivos y documentación en su poder" como condición previa para que la izquierda abertzale pueda concurrir en las elecciones, exigió ayer el teniente Francisco García, presidente de la asociación que agrupa a la mayoría de los mandos del instituto armado, cerca de 1.100 oficiales de la Guardia Civil.

"Estamos hartos de palabras", exclamó García, en alusión a la petición pública de Batasuna para que ETA rechace la violencia. Según el presidente de la UO, "las palabras sin hechos específicos" son solo una estrategia de la izquierda abertzalepara participar en los comicios locales de 2011. "Hasta que no veamos actos concretos, no nos creeremos nada, todo lo demás son espejismos", aseguró García.

Uno de los "actos concretos" que pidió el presidente de la Unión de Oficiales es que los miembros de la organización terrorista "reconozcan públicamente todo lo que han hecho mal y estén dispuestos a pagar por todo el daño cometido".

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